Pautando a sua ação pela defesa dos valores da paz, da liberdade, da democracia, da amizade e cooperação entre os povos e ressalvando tratar-se do falecimento de uma pessoa, com os naturais sentimentos que suscita junto dos respetivos familiares, o PCP não acompanha um voto que branqueia e valoriza o percurso de uma figura caracterizado por uma postura de enaltecimento dos colaboradores com o nazi-fascismo na Segunda Guerra Mundial, responsáveis por inúmeras atrocidades; de apoio a forças de extrema-direita e fascistas e a um poder belicista, xenófobo, persecutório e antidemocrático, sustentado por grupos que reivindicam o legado nazi; com posicionamentos e apelos em Portugal de conteúdo antidemocrático e persecutório visando os que são solidários com o povo ucraniano, que rejeitam que este seja sacrificado como carne para canhão numa guerra que nada tem a ver com os seus interesses e aspirações, que defendem a construção de um caminho de paz.
Rejeitando a política de confrontação, de escalada armamentista, de guerra, que querem impor aos povos da Europa, com todas as dramáticas consequências e sérias ameaças que comporta, o PCP continuará empenhado na defesa do caminho da paz, da resolução política dos conflitos, da segurança coletiva e da cooperação, da amizade entre os povos, o único caminho que pode garantir o futuro da Humanidade.