Perguntas ao Governo

salários em atraso e tentativa de despedimento coletivo na empresa Confeções R.Piairo, Guimarães

De acordo com o Sindicato Têxtil do Minho e Trás-os-Montes, o proprietário da empresa assumiu perante os trabalhadores o compromisso de pagar os salários em atraso, mas, e sem qualquer justificação, não cumpriu esse compromisso. Para agravar a situação, o proprietário avançou com o despedimento de todos dos trabalhadores.

A situação descrita atinge todos os trabalhadores da empresa, num total de cerca de 50, na sua maioria mulheres, que estão numa situação de grande incerteza quanto ao seu futuro.

salários em atraso e tentativa de despedimento coletivo na empresa Confeções R.Piairo, Guimarães

De acordo com o Sindicato Têxtil do Minho e Trás-os-Montes, o proprietário da empresa assumiu perante os trabalhadores o compromisso de pagar os salários em atraso, mas, e sem qualquer justificação, não cumpriu esse compromisso. Para agravar a situação, o proprietário avançou com o despedimento de todos dos trabalhadores.

A situação descrita atinge todos os trabalhadores da empresa, num total de cerca de 50, na sua maioria mulheres, que estão numa situação de grande incerteza quanto ao seu futuro.

Situação no Aeroporto de Faro

Nestes termos, ao abrigo da alínea d) do artigo 156 da Constituição e da alínea d) do artigo 4 do Regimento da Assembleia da República, pergunto ao governo, através do Ministério da Administração Interna o seguinte:

1) De que forma vai o Governo resolver com urgência os problemas do controlo de fronteiras no Aeroporto de Faro, tendo em conta as limitações objetivas que as infraestruturas apresentam?

2) Qual a previsão de reforço de pessoal do SEF e PSP no âmbito do controle de fronteiras e segurança aeroportuária em Faro? Quando se verificará?

Construção novo edifício cirurgia ambulatório do Hospital de Braga

Apesar de o edifício do Hospital de Braga ter apenas 12 anos, as 13 salas operatórias, duas só para a urgência, têm uma taxa de ocupação muito elevada, pelo que o Hospital de Braga tem tomado a opção de alugar instalações em unidades privados de forma a superar as listas de espera.

Desde que deixou de ser parceria público-privada, entre 2019 e 2022, o Hospital de Braga aumentou em 41% a atividade cirúrgica. A gestão PPP deixou uma grande lista de espera. Em 2019, havia 19 mil doentes a aguardar cirurgia e, agora são cerca de 12 mil.

situação dos desempregados com estágios/formação no Estado

“Trabalhei desde os meus 16 anos, descontei sempre fiz os meus descontos todos durante 34 anos. Infelizmente durante a pandemia do covid 19, fiquei desempregada. Neste momento quase com 59 anos ninguém me aceita para trabalhar. Não tenho direito a subsídio de desemprego e de nada. Nem aos 120 euros e restantes apoios que muitos receberam e nada descontaram. Fiz também uma formação intensa no ACES Amadora para trabalhar para ARSLVT centros de saúde, o qual adorei trabalhar e neste momento não me aceitam porque não pertenço ao estado. Mas afinal que país é este.

Sobre o ataque à liberdade sindical e o direito à greve no Metropolitano de Lisboa

Para além do direito constitucional à greve, o Código do Trabalho, no seu Artigo 533º, relativo ao piquete de greve, afirma “A associação sindical ou a comissão de greve pode organizar piquetes para desenvolverem atividades tendentes a persuadir, por meios pacíficos, os trabalhadores a aderirem à greve, sem prejuízo do respeito pela liberdade de trabalho de não aderentes.”, realidade que as organizações sindicais afirmam terem cumprido neste dia quando se dirigiram, devidamente credenciados, ao Posto de Comando Central do Metropolitano de Lisboa, para falar com os trabalhadores.

Situação do Centro Hospitalar Médio Ave

A hipótese de encerramento da Maternidade ainda não foi definitivamente posta de lado e a afirmação de que no final do ano será feita nova avaliação, constitui um fator de instabilidade que não tem razão para existir.

Persiste a necessidade de um forte investimento na requalificação das instalações hospitalares de V.N. de Famalicão. Existem projetos elaborados para esse efeito, mas o Governo continua sem garantir o financiamento necessário para os concretizar.

Sobre o ataque à liberdade sindical e o direito à greve no Metropolitano de Lisboa

Para além do direito constitucional à greve, o Código do Trabalho, no seu Artigo 533º, relativo ao piquete de greve, afirma “A associação sindical ou a comissão de greve pode organizar piquetes para desenvolverem atividades tendentes a persuadir, por meios pacíficos, os trabalhadores a aderirem à greve, sem prejuízo do respeito pela liberdade de trabalho de não aderentes.”, realidade que as organizações sindicais afirmam terem cumprido neste dia quando se dirigiram, devidamente credenciados, ao Posto de Comando Central do Metropolitano de Lisboa, para falar com os trabalhadores.

Reforço de meios para o Tribunal Judicial da Comarca de Braga

Relativamente aos funcionários judiciais, segundo informações disponibilizadas nesta reunião (fevereiro de 2023), verificava-se um défice de 12% em relação às vagas verificadas. De 537 vagas apenas 470 estão preenchidas.

Também ao nível dos magistrados, o reforço realizado em 2019 continua a não se revelar suficiente para suprir as necessidades de recuperação. Subsistem necessidades de recuperação que já se faziam sentir, sem que tenham sido adotadas medidas de carácter permanente para as suprir.